Olá Mundo
Sempre ouvi dizer – bem, desde que ouço e raciocínio – que “mais vale tarde que nunca”. E, embora já seja muito tarde, cá estou eu (João Machado) para publicar o meu primeiro post neste magnífico “sortido de temas”. Estou bastante emocionado, nem imaginam o quanto.
Quando surgiu a ideia do “tutti” nunca me passou pela cabeça começar desta forma, mas o que é facto é que a minha “voz crítica” não me deixou começar de outra forma que não esta.
Pois bem, lá regressou a Portugal mais uma edição da magnífica corrida denominada de “Red Bull Air Race”. Pessoalmente nada tenho contra esta prova – permitam-me que assim lhe intitule – até porque tem o seu toque de criatividade, factor que eu admiro. No entanto, o que me leva à revolta, à crítica e descontentamento é o movimento de pessoas que tal consegue provocar. É uma correria para os comboios, os carros fazem filas de centenas de metros nas portagens da auto-estrada, enfim…diziam-nos as notícias que se batiam recordes de assistência, na ordem das 600 mil pessoas.
Mas a questão é: “Porque não fazemos o mesmo em manifestações de desagrado perante o estado económico do nosso país?”. Todos os dias ouvimos os mesmos comentários: “Isto está mau”; “Não há dinheiro, não há poder de compra”; “…”. Mas será que ninguém entende que é preciso uma revolta popular? Ninguém entende que cada vez mais vemos o nosso país na cauda da Europa no que toca ao desemprego? E não me venham cá os “pobres de espírito e mentalidade” dizer que o país não tem solução e que o melhor remédio é emigrar. O melhor remédio, é sim, lutar pelo desenvolvimento do nosso país. E essa “luta” passa por nos movermos (tal como as populações se moveram para o “Air Race”) quando necessário, como os recentes casos de manifestações de professores e também dos camionistas, estes últimos a ter que tomar medidas mais drásticas.
Vamos retomar a luta que um dia alguém começou!
Sempre ouvi dizer – bem, desde que ouço e raciocínio – que “mais vale tarde que nunca”. E, embora já seja muito tarde, cá estou eu (João Machado) para publicar o meu primeiro post neste magnífico “sortido de temas”. Estou bastante emocionado, nem imaginam o quanto.
Quando surgiu a ideia do “tutti” nunca me passou pela cabeça começar desta forma, mas o que é facto é que a minha “voz crítica” não me deixou começar de outra forma que não esta.
Pois bem, lá regressou a Portugal mais uma edição da magnífica corrida denominada de “Red Bull Air Race”. Pessoalmente nada tenho contra esta prova – permitam-me que assim lhe intitule – até porque tem o seu toque de criatividade, factor que eu admiro. No entanto, o que me leva à revolta, à crítica e descontentamento é o movimento de pessoas que tal consegue provocar. É uma correria para os comboios, os carros fazem filas de centenas de metros nas portagens da auto-estrada, enfim…diziam-nos as notícias que se batiam recordes de assistência, na ordem das 600 mil pessoas.
Mas a questão é: “Porque não fazemos o mesmo em manifestações de desagrado perante o estado económico do nosso país?”. Todos os dias ouvimos os mesmos comentários: “Isto está mau”; “Não há dinheiro, não há poder de compra”; “…”. Mas será que ninguém entende que é preciso uma revolta popular? Ninguém entende que cada vez mais vemos o nosso país na cauda da Europa no que toca ao desemprego? E não me venham cá os “pobres de espírito e mentalidade” dizer que o país não tem solução e que o melhor remédio é emigrar. O melhor remédio, é sim, lutar pelo desenvolvimento do nosso país. E essa “luta” passa por nos movermos (tal como as populações se moveram para o “Air Race”) quando necessário, como os recentes casos de manifestações de professores e também dos camionistas, estes últimos a ter que tomar medidas mais drásticas.
Vamos retomar a luta que um dia alguém começou!

