«Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam».
Provavelmente muita gente já pensou e falou nisto, mas uma coisa destas dita por um Cardeal-Patriarca de Lisboa, tem o seu quê de polémica. Principalmente quando se começam guerras por tudo e por nada.
Sinceramente penso que a declaração tem o seu fundamento, pois é certo que quando uma mulher se compromete a casar-se com um mulçumano, compromete-se a pertencer (literalmente) ao marido. O problema é que há modos diferentes de se dizerem as mesmas coisas. O problema maior é que nem toda gente deve, por uma questão de bom senso, dizer algumas coisas seja de que maneira for.
É um pouco infeliz por parte do líder da Igreja Católica portuguesa, D. José Policarpo, criar um conflito desnecessário, quando o que mais se precisa é serenar outros conflitos.
(É por estas e por outras que, independentemente de acreditar na existência de um Deus, ou nao, acho a Igreja um tudo-nada burlesca.)
Provavelmente muita gente já pensou e falou nisto, mas uma coisa destas dita por um Cardeal-Patriarca de Lisboa, tem o seu quê de polémica. Principalmente quando se começam guerras por tudo e por nada.
Sinceramente penso que a declaração tem o seu fundamento, pois é certo que quando uma mulher se compromete a casar-se com um mulçumano, compromete-se a pertencer (literalmente) ao marido. O problema é que há modos diferentes de se dizerem as mesmas coisas. O problema maior é que nem toda gente deve, por uma questão de bom senso, dizer algumas coisas seja de que maneira for.
É um pouco infeliz por parte do líder da Igreja Católica portuguesa, D. José Policarpo, criar um conflito desnecessário, quando o que mais se precisa é serenar outros conflitos.
(É por estas e por outras que, independentemente de acreditar na existência de um Deus, ou nao, acho a Igreja um tudo-nada burlesca.)
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